Muitas vezes sentimos certo receio de assistirmos alguns filmes que retratam nossa realidade. Não precisamos tê-lo, precisamos aprender e lutar para que - principalmente- educadores, em geral, se capacitem para lidar com as diferenças. Preconceito existe em todos os cantos: seja gordo, magro, negro, judeu, etc, etc. Não precisamos ter medo do preconceito, mas sim, estarmos sempre de cabeça erguida para enfrentá-lo. A humanidade não mudará nunca, não adianta sonhar com um mundo perfeito. Ele não existe. Mas podemos, isso sim, criar à nossa maneira um mundo feliz; rir dos preconceitos, unir com quem deseja união, afastar-se dos que só querem saciar o seu vazio. Nossos filhos irão deparar com um mundo que a felicidade é artigo raro, não só para eles, mas para todos que estão do outro lado. Portanto, pais, não tenham medo do preconceito, ele está aí a séculos e não mudará amanhã. O que devemos é lutar por todos os direitos, lutar por cada detalhe que não estiver no lugar, seja rico, pobre, branco ou negro. Se tivermos rindo, riremos mais alto. Pois independente de nossos filhos serem Aspies, autistas, altos, baixos, carecas ou paralíticos, devemos viver plenamente cada minuto ao seu lado, cada minuto...pleno de amor, proteção, respeito, ensinando que o mundo não é cor-de-rosa, mas tem lá o seu perfume. Portanto, o maior chavão de todos é o que mais se encaixa neste momento: a vida passa rápida demais para se preocuparmos com preconceitos desta sociedade. Rápido demais. Viva cada dia como se fosse o último, um dia nos acertamos. Num piscar de olhos
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